D#m , B , C# Na parede onde se brinca no chapisco encarpado a parede que escora o fininho da vida os verdadeiros heróis são os guerreiros da lida por entre as trincheiras-barracos passam num sopro da vida subindo e descendo em silêncio no caminho apertado que tem, é o fininho da vida disciplina de trem, virtuose na vida, tem maioria tem, maioria contida tem nordestina tem, na havaiana furiosa ruminando, engolindo sapo da vida G#m , B , D#m olho baixo de quem tem emprego enquanto as letras se escrevem nos muros nas paredes, grafites, buracos, escrita do futuro G#m , B , D#m em meio a tudo e muito muito barulho nervosos, os peitos se aquecem respirando cortado, ansiando por furo G#m , A#m , D#m no buraco da vala, a laje é brinquedo em meio a pet e plásticos num domingo festivo, num domingo lindo